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quarta-feira, 7 de abril de 2010

Preços dos combustíveis voltam a subir em Portugal

Do Site do Diário Económico, por Rita Paz

"No dia em que as transportadores ibéricas se juntam para organizar um protesto contra o aumento dos combustíveis, os preços voltaram a subir.

Nos postos da BP, os combustíveis aumentaram duas vezes desde sexta-feira. Tanto o 'diesel' como a gasolina já subiram um cêntimo. Um litro de gasóleo custa agora 1,177 euros enquanto a gasolina vale 1,439 euros.

Na Repsol e na Cepsa só o gasóleo é que subiu. Nas petrolíferas espanholas um litro deste combustível vale 1,177 euros e 1,169 euros, respectivamente. Os aumentos foram de 0,4 e 0,6 cêntimos.

A Galp subiu os preços na segunda-feira, mas dado que a cotação do gasóleo disparou nos mercados internacionais é previsível que até ao final da semana volte a mexer nos preços.

Entre as quatro petrolíferas de referência, tanto o gasóleo como a gasolina estão mais baratos na Cepsa, com preços médios de 1,169 euros e 1,424 euros por litro, respectivamente.

Os preços dos combustíveis dos hipermercados são os que apresentam os preços mais baixos tanto para a gasolina como para o gasóleo. No quarto trimestre do ano passado a diferença entre a gasolineira mais cara e a marca branca mais barata ascendeu ao valor recorde de 11,8 cêntimos.

Os postos mais económicos são os do Écomarché de Alcains e do Pingo Doce de Borba, onde cada litro de gasolina custa 1,269 euros e 1,270 euros, respectivamente.

O mesmo acontece com o gasóleo. Os postos mais baratos do país estão no Écomarché de Alcains e no Pingo Doce da Chamusca, onde o litro do 'diesel' vale 1,019 euros.

A fixação do preço do combustível é feita com base no valor médio da gasolina e do gasóleo no mercado europeu ao longo da semana anterior. O preço fixado na rede tem em conta o nível de concorrência, da oferta e da procura em cada mercado e o nível de custos fixos de cada posto."

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Preços dos combustíveis ao máximo desde 2008

Do Site do Diário de Notícias, por EDUARDA FROMMHOLD

"Desde o início do ano a gasolina já aumentou 8,7 cêntimos por litro e o gasóleo 7,5 cêntimos.

Devagar, devagarinho, os preços dos combustíveis estão a regressar a níveis de 2008, quando os preços do barril de petróleo bateram todos os recordes. Desde o início do ano, abastecer o carro em Portugal com gasolina custa mais 8,7 cêntimos por litro, enquanto o litro de gasóleo aumentou 7,5 cêntimos.

Ao longo dos primeiros três meses do ano, já foram várias as alterações nas tabelas dos postos de abastecimento, com o preço da gasolina de 95 octanas a subir há oito semanas consecutivas e o do gasóleo há sete. No caso da gasolina, o preço passou de 1,295 euros, no início do ano, para 1,382 euros no final de Março, mais 8,7 cêntimos por litro. Desde Outubro de 2008 que encher o depósito do carro com gasolina não custava tão caro. No gasóleo a subida foi um pouco mais moderada em termos absolutos, mais 7,5 cêntimos, ao passar de 1,057 euros para 1,132 euros por litro no primeiro trimestre, período em que atingiu o valor mais alto desde Novembro de 2008. Em termos percentuais, as variações foram porém idênticas: 6,7% e 7,1%, respectivamente, na gasolina e no gasóleo.

Importa no entanto salientar que isto é só o começo, já que a estes aumentos não é alheia a evolução dos preços do petróleo. A subida, ainda que por enquanto quase desapercebida no bolso da maioria dos automobilistas - encher o depósito não chega a ficar cinco euros mais caro -, já está a deixar em polvorosa alguns sectores da economia, nomeadamente o dos transportes, sendo um dos argumentos das empresas de transporte rodoviário de mercadorias para voltarem a ameaçar com greves, à semelhança das que paralisaram o País em 2008.

Nesse ano, em que os preços dos combustíveis ultrapassaram todas as expectativas, o barril do brent chegou a cotar nos 133,18 dólares, em Julho. A média daquele ano ficou nos 96,42 dólares. Actualmente o preço já passou os 80 dólares por barril, quando a média de 2009 ficou em 62,2 dólares. "

segunda-feira, 29 de março de 2010

Portugal foi o segundo na rota do aumento dos combustíveis

Do site do Jornal i, por Ana Suspiro

"
Gasolina e gasóleo nacionais continuam entre os mais caros antes de impostos. O sector diz que há razões para Portugal ser menos competitivo

Gradualmente e sem o alarme social vivido em 2008, os preços dos combustíveis estão a voltar a níveis de Fevereiro desse ano.Portugal está na linha da frente dos países onde os preços sem impostos mais aumentaram este ano.

Entre a última semana de 2009 e a terceira semana de Março, o preço médio da gasolina e do gasóleo nacionais foram os segundos que mais subiram na Europa a 27, de acordo com dados da Direcção Geral de Energia da União Europeia (UE).Na gasolina, os aumentos são liderados pela Dinamarca. No gasóleo, a Grécia foi quem mais agravou o preço antes de impostos (este país também subiu carga fiscal sobre os combustíveis). Portugal surge em segundo lugar no top dos aumentos, mas com diferenças diminutas: um cêntimo acima do terceiro na gasolina (Espanha) e menos de meio cêntimo no diesel (Dinamarca).

Embora não conheça os números deste período particular, o secretário-geral da Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas (APETRO), realça que os estudos sobre o mercado português concluem que a evolução dos preços em Portugal está alinhada com o que se passa na Europa. Recordando o recente estudo apresentado pelo economista Augusto Mateus, encomendado pela Galp Energia, António Comprido assinala que, retirado o efeito dos desfasamentos temporais (duas a três semanas no caso português) e analisada a evolução média em períodos longos, o comportamento do mercado português segue a tendência europeia. E as diferenças, quando existem, são muito reduzidas, de poucos cêntimos por litro. O responsável pela APETRO diz ainda que a análise da diferença entre a cotação platts (cotações que servem de referência internacional para as transacções de produtos petrolíferos) e o preço médio sem impostos, nas últimas 52 semanas, mostra que não houve um aumento da margem das empresas.

Mas se o mercado nacional é concorrencial, como conclui o estudo de Augusto Mateus, então porque é que os preços nacionais estão sempre entre os mais caros da UE? Na terceira semana de Março, Portugal tinha a terceira gasolina mais cara e o quarto gasóleo menos barato, tudo antes de impostos.

É o próprio António Comprido que reconhece que os preços nacionais costumam estar dois a três cêntimos acima da média da UE, sem impostos. Os consumidores pouco notarão a diferença, mas ela pode ser relevante para as empresas, já que este é um mercado onde a escala faz toda a diferença: num ano dois a três cêntimos significa uma receita adicional da ordem dos 150 milhões de euros para a indústria. Por outro lado, a carga fiscal portuguesa, superior à espanhola, amplifica estas diferenças nas bombas.

O responsável da APETRO diz que há características estruturais do mercado nacional que contribuem para esta situação. "É pequeno e periférico, logo aí terá tendência para ser um mercado menos eficiente", explica António Comprido ,que assinala, contudo, o facto dos preços nacionais serem por vezes inferiores aos de Espanha, um mercado quatro vezes maior.

Outra hipótese que avança, sustentada num recente estudo da Comissão Europeia, prende-se com dúvidas sobre se os preços dos vários países são de facto comparáveis. Em Portugal, sublinha, há uma política agressiva de descontos em bomba, através de cartões ou outro tipo de promoção, que não transparece nos preço médio final contabilizado pela Direcção-Geral de Geologia e Energia. Talvez a situação competitiva do mercado nacional de combustíveis melhorasse se as estatísticas traduzissem esta realidade, admite. Fica a dúvida."


Mas qual "dúvida"?!? Resta alguma dúvida a alguém de que somos TODOS roubados, todos os dias, pelas petrolíferas a actuar em Portugal? Resta alguma dúvida que o estudo encomendado pela Galp a Augusto Mateus já definia o resultado do mesmo estudo à priori, logo quando foi encomendado?! Resta alguma dúvida que quem tem responsabilidades no estado para regular este sector está comprado e é conivente com as petrolíferas! Resta alguma dúvida que Augusto Mateus, António Comprido, Manuel Sebastião e quejandos são toda uma cambada de fantoches comandados e pagos pelas petrolíferas.

Contem-me mais histórias... se os portugueses fossem como os gregos contávamos hoje com vítimas mortais nas petrolíferas por atentados à bomba. Não seremos nunca defensores deste tipo de violência, mas que esta faria esta alta esfera mafiosa que domina este pais pensar duas vezes antes de perpetuar estes assaltos, isso faria. Vergonha eles já não têm nenhuma, mas talvez tivessem medo.

domingo, 28 de março de 2010

Homens da Luta tomam de assalto bomba de Gasolina! LINDO!



Ficamos muitíssimo contentes, mesmo radiantes, de finalmente termos aliados de peso e com visibilidade no panorama português, na terrível luta contra o descalabro dos preços dos combustíveis em Portugal.
Agradecemos a estes Camaradas mais este brilhante momento de humor ideologicamente consciente.

Com eles entoamos o cântico a plenos pulmões:
“Al Gore sou eu e tu, Al Gore sou eu e tu, Vamos salvar a Terra, O nosso PElaneta, O PElaneta Azul!”

Que Risada!

terça-feira, 23 de março de 2010

Descubra os dez carros que gastam menos combustível

Do Site do Diário Económico, por Rita Marques da Silva

"Os preços dos combustíveis não param de subir. O Diário Económico mostra-lhe os dez modelos de automóveis que poupam mais e que estão à venda no mercado nacional.

‘Dejá vu' ou tendência incontornável de mercado? O preço da gasolina sobe há seis semanas consecutivas e aproxima-se "perigosamente" dos máximos registados em Julho de 2008, quando chegou aos 1,525 euros por litro. Nessa altura, gastava cerca de 76 euros para atestar o depósito. Hoje, já gasta mais de 70 euros, novamente.

E este não será apenas um período de excepção. Um breve olhar ao mercado petrolífero e a equação parece simples: recursos limitados aliados à dependência global da matéria-prima (e aos elevados custos de novas explorações) e, a prazo, só pode existir um caminho - o da subida.

O destino está traçado, agora resta saber o que pretende fazer em relação a isso. Escolher um automóvel com base no consumo de combustível é uma opção, mas há concessões a fazer. De acordo com o ‘ranking' elaborado pelo portal Autohoje, o Smart fortwo, disponível nas versões coupé e cabriolet, é o automóvel mais económico do mercado, com um consumo combinado de apenas 3,3 litros de gasóleo/100 km. Ou seja, aos preços médios actuais, são cerca 3,7 euros por cada 100 quilómetros. No entanto, perde em espaço e em potência. Os 54 cavalos dão-lhe um cariz marcadamente citadino, ideal para pequenas deslocações na cidade. Já se optar pela versão a gasolina paga menos 2.500 euros no acto da compra e vê a potência aumentar para os 71 cavalos. Em contrapartida o consumo passa para os 4,3 l/100 km, o que significa gastar 5,88 euros. Mais dois euros face à versão a gasóleo para fazer os mesmos quilómetros.

Na versão a gasolina, o Citroën C3 1.4i Airdream arrecada o prémio de menor consumo combinado, 4,1 l/100 km. Os números até podem não lhe dizer muito mas, quando traduzidos em euros tornam-se mais sonantes. Por exemplo, uma pessoa que faça 50 quilómetros por dia, gasta em combustível cerca de 19,6 euros ao volante deste Citroën de cinco portas. O que, face ao modelo mais vendido em Portugal em 2009, o Renault Clio III - na versão mais económica tem um consumo combinado de 5,8 l/100 km - significa uma poupança semanal de oito euros, e mensal de 32 euros. E o Citroën é ainda cerca de 3.000 euros mais barato. No entanto, há sempre concessões a fazer e, geralmente, chama-se "potência". Os 75 cavalos do Citroën competem com os 100 cavalos do Renault.

Regra geral, os carros a gasolina são mais baratos. Primeiro, porque consomem mais, segundo, porque o combustível é mais caro. Entre os 100 modelos a gasolina mais "poupados", o consumo combinado varia entre os 4,1 e os 5,2 l/100 km, enquanto entre os 100 modelos mais económicos a gasóleo, o consumo combinado varia entre os 3,3 e os 4,3 l/100 km. Uma diferença considerável, ainda mais se atender à diferença de preços entre os combustíveis (ver caixa). Voltando ao mesmo exemplo, um condutor que faça 50 quilómetros por dia no automóvel com menor consumo a gasolina (4,1 l/100 km), gasta por semana cerca de 19,6 euros, enquanto se optar pelo carro que apresenta o menor consumo a gasóleo (3,3 l/100 km) gasta cerca de 12,9 euros. Ou seja, poupa 6,7 euros por semana e 26,7 euros por mês. O único senão é mesmo o preço. Enquanto os preços de venda ao público dos cinco carros a gasolina mais poupados variam entre os 8.800 e os 20.590 euros, nos carros a gasóleo os preços variam entre os 12.531 e os 27.795 euros, do Volvo C30 1.6D Drive."

segunda-feira, 15 de março de 2010

Preços dos combustíveis podem voltar a subir nos próximos dias



Depois de ver e rever esta reportagem da SIC não restam quaisquer dúvidas que único culpado pelo exorbitante preço dos combustíveis praticado em Portugal, não são os impostos, mas sim, única e exclusivamente: A Galp Energia. Cambada de Ladrões.

sábado, 6 de março de 2010

Preços dos combustíveis completam um mês de subidas





"Preços de combustíveis completam um mês de expansão

Os preços dos combustíveis já sobem constantemente há quase um mês. É o resultado do aumento do preço do petróleo no mercado internacional. Em comparação com ano passado, os preços estão agora 16 por cento mais elevados."

sábado, 30 de janeiro de 2010

O preço do petróleo cai nos mercados internacionais há um mês, tendo caído mais de 10 dólares por barril. A Galp desce 1 cêntimo.

O preço do petróleo cai nos mercados internacionais há um mês, tendo caído mais de 10 dólares por barril. No mesmo período a Galp desceu o preço dos combustíveis um único cêntimo.

Em meados Dezembro de 2009, supostamente por causa da vaga de frio que varreu o hemisfério norte do planeta, o preço do petróleo nos mercados internacionais disparou dos 70 dólares para atingir o máximo de este ano, os 82 dólares por barril, a 6 de Janeiro deste ano. A partir daí o preço tem vindo consecutivamente a cair estando hoje em 72 dólares por barril.

Qual foi a atitude, no mesmo período de tempo destas mexidas nos mercados internacionais, da Galp, que é maior operadora do mercado dos combustíveis em Portugal e que lidera o cartel das petrolíferas, determinando por isso o preço praticado na venda de combustíveis no país?

Ora vejamos:

Segundo os dados recolhidos diariamente no site de da DGGE (http://www.precoscombustiveis.dgge.pt/), a Galp aumentou os preços consecutivamente desde dia 23 de Dezembro de 2009 até dia 17 de Janeiro de 2010 (relembro o crude nos mercados internacionais inverteu a tendência de subida a 6 de Janeiro de 2010, 11 dias antes).
Neste período, de 23.12 a 17.1, o preço subiu na Galp por 6 vezes tendo aumentado no total 6,5 cêntimos por litro a Gasolina, e 5,6 cêntimos por litro o Gasóleo.

A 17 de Janeiro a Galp baixou os preços da gasolina e do gasóleo em apenas um cêntimo, e o preço manteve-se inalterado desde aí até agora, altura em que este texto é escrito.

No período de 6 semanas o preço do barril de petróleo dos mercados internacionais subiu e voltou a descer 10 dólares, 3 a subir, e 3 a descer. No mesmo período, quando o petróleo subiu 10 dólares a Galp SUBIU O PREÇO DOS COMBUSTÍVEIS 6,5 CÊNTIMOS POR BARRIL, quando o petróleo voltou a descer os mesmo 10 dólares nos mercados internacionais, a galp baixa os preços em APENAS UM CÊNTIMO!

Isto é o maior assalto e o escândalo a que este país já assistiu. Há gente a encher os bolsos de milhares de milhões, ao mesmo tempo que outros que pouco ou nada ganham, têm de pagar autênticas exorbitâncias para se poderem simplesmente deslocar para ir trabalhar diariamente.

Esta questão não é um mero caso de polícia ou de justiça apenas. O que se passa neste país no mercado dos combustíveis petrolíferos é o maior atentado contra a igualdade e contra a liberdade individual desde o 25 de Abril.

A mobilidade é um direito adquirido com a modernidade. Quem atenta contra a nossa mobilidade, atenta contra a nossa liberdade!

Acabem com o Gamanço!

Um dia na vida de um português em Agosto de 2008

Ricardo Araujo Pereira, Na Visão
Sexta-feira, 29 de Ago de 2008.

"8h30 - José Silva acorda e constata que a sua casa foi assaltada durante a noite. Espreguiça-se. Toma banho tentando poupar a água, toma o pequeno-almoço tentando poupar o leite e põe-se a caminho do emprego tentando poupar os sapatos.

9h00 - Empurra o carro até à bomba de gasolina e é assaltado duas vezes: a primeira pela gasolineira, que voltou a aumentar os preços do combustível; a segunda por criminosos armados, que lhe levam o pouco que ainda restava na carteira. Boceja. Conclui que prefere os segundos assaltantes, na medida em que roubam menos e com menor frequência. Nota que, apesar disso, a polícia não faz qualquer esforço para apanhar os primeiros.


10h00 - Já na estrada, é vítima de carjacking. Encolhe os ombros. Prossegue a pé.
10h05 - Um gang tenta assaltá-lo. Explica que ficou sem a carteira num assalto anterior.
10h10 - Outro gang tenta assaltá-lo. Fornece a mesma explicação. Os membros do gang colam-lhe um autocolante na lapela para que futuros meliantes saibam que já foi assaltado nesse dia e evitem perder tempo com ele. Recomendam-lhe que retire o autocolante assim que voltar a transportar valores.
11h30 - Vai ao banco levantar dinheiro.
11h32 - Criminosos armados irrompem no banco. Clientes e funcionários formam calmamente uma fila e tiram senhas para serem assaltados por ordem.
11h35 - O criminalista Moita Flores irrompe no banco e começa a comentar o assalto junto de um grupo de clientes. Tece várias considerações sobre um novo tipo de criminalidade violenta que parece estar a aumentar no nosso país, aponta as limitações da polícia e sublinha as incongruências do novo código de processo penal. Alguns clientes oferecem-se para serem sequestrados, caso os assaltantes lhes garantam que os levam para longe do criminalista Moita Flores.
11h45 - O criminalista Moita Flores interpela os assaltantes e comunica-lhes que o método que escolheram para levar a cabo o assalto não é o melhor, criticando sobretudo a não utilização de luvas e tecendo alguns reparos ao plano de fuga, que considera extremamente frágil.
11h46 - Um dos assaltantes dispara duas vezes sobre a perna do criminalista Moita Flores.
11h47 - Clientes e funcionários do banco homenageiam os assaltantes com um forte aplauso.
17h30 - Depois de várias horas de sequestro, o assalto termina. A polícia detém os criminosos, resgata os reféns e amordaça o criminalista Moita Flores, para que vá receber assistência hospitalar.
18h00 - Por sorte, mal acaba de sair do banco, José Silva encontra o seu carro abandonado na berma da estrada. Entra no veículo e dirige-se para casa.
18h05 - É detido pela polícia por se encontrar a conduzir um carro que foi usado em diversos crimes.
20h00 - É identificado e preso. Na cela, verifica que o relato da sua vida é extraordinariamente demagógico e conclui que toda a sua existência podia ter sido inventada por Paulo Portas. Chora."

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Empresários preocupados com aumentos dos combustíveis



"O preço do petróleo tem estado em alta nos mercados internacionais e são de esperar novas subidas dos preços dos combustíveis. Esta situação estar a provocar grande apreensão em todos aqueles que exercem actividades no sector dos transportes."

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Preço dos combustíveis é 11,1 cêntimos mais baixo nos postos dos hipermercados. A diferença ibérica.

No Público de Hoje, por José Manuel Rocha

“Entre os revendedores associados às grandes petrolíferas as diferenças de preços quase não se fazem sentir, assinala a Autoridade da Concorrência

Abastecer um veículo com gasolina ou gasóleo num posto de hipermercado representava, no final do 3.º trimestre de 2009, uma poupança de cerca de 11,1 cêntimos por litro.

As contas feitas pela Autoridade da Concorrência na análise trimestral ao mercado de combustíveis mostram que a diferença de preços dos postos convencionais para os hipermercados voltou a aumentar entre Julho e Setembro. No entanto, entre os revendedores associados às petrolíferas que operam no mercado português, as diferenças dos preços recomendados são residuais.

No relatório ontem divulgado, o organismo liderado por Manuel Sebastião constata que o preço médio para as gasolinas à saída das refinarias europeias caiu 32,1 por cento, menos duas décimas percentuais face aos valores apurados para a refinaria de Sines. Mas o preço médio da gasolina antes de impostos caiu apenas 24 por cento no período em análise e o do gasóleo reduziu-se cerca de 35 por cento. Para o consumidor, todavia, esta amplitude de quebra de preços não teve reflexos directos. A Concorrência diz que o preço médio de venda ao público (já com impostos) caiu 12,6 por cento no caso das gasolinas e 24 por cento para o gasóleo rodoviário.

No balanço final, Portugal tinha a sexta gasolina mais cara da União Europeia, no final de Setembro do ano passado, e ocupava o décimo posto no ranking do gasóleo rodoviário.

Na comparação com Espanha, país onde muitos portugueses que vivem na raia aproveitam para abastecer, Portugal fica claramente desfavorecido. Um litro de gasolina, que em Portugal custava 1,288 euros no final de Setembro de 2009, era vendido a 1,065 euros no país vizinho. Para o gasóleo, o litro custa em Portugal 1,028 euros, mais 84 cêntimos do que em território espanhol.

O mercado registou, no 3.º trimes- tre de 2009, um aumento de consumo homólogo de 3,3 por cento. A Concorrência defende que este incremento teve um contributo fundamental dos gasóleos (4,3 por cento de aumento), enquanto a venda de gasolinas cresceu de forma marginal (0,5 por cento). Trata-se, mesmo assim - como assinala o relatório -, do primeiro aumento homólogo no consumo de gasolina desde o quarto trimestre de 2002.

A Autoridade da Concorrência diz que a cotação do petróleo bruto nos mercados internacionais tem estado estabilizada nos últimos meses em torno dos 70 dólares por barril.84

Um litro de gasóleo custa mais 84 cêntimos em Portugal do que em Espanha.”

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Combustíveis muito mais caros do que na Europa

Retirado do Site da Deco.

"Apesar da Autoridade da Concorrência divulgar dados mensais sobre a gasolina, a formação de preços é pouco eficaz a reflectir, sobretudo, as descidas.

O preço da gasolina em Portugal, antes da aplicação de impostos, é muito superior à média da União Europeia. No último ano, os portugueses pagaram até mais 12% do que os consumidores de outros países. A diferença tem-se agravado nos últimos anos. Face a Espanha, as diferenças não são tão acentuadas, devido à saída de várias petrolíferas do mercado ibérico.

Por cá, o ajuste do preço da gasolina às variações do preço do barril de petróleo continua menos directo do que em toda a União Europeia. E acompanha mais de perto as subidas do que as descidas do petróleo.

Os últimos dados mensais divulgados pela Autoridade da Concorrência apontam para o aumento das margens brutas das gasolineiras, ou seja, do preço antes de impostos menos o custo da gasolina à saída das refinarias. Os custos de produção e de transporte são, muitas vezes, utilizados como justificação pelas gasolineiras. No entanto, acreditamos que esses custos, em comparação com outros países, não são significativos, já que 90% da gasolina é refinada em duas instalações no nosso país. Além disso, a dimensão dos descontos de algumas petrolíferas e a sua permanente comunicação indicam que é possível baixar os preços.

Antes de abastecer, analise os preços nos postos: as diferenças no bolso do consumidor chegam aos € 9,30 num depósito de 50 litros de gasolina. Mantenha-se actualizado no portal da Direcção Geral de Energia e Geologia, em Links úteis, abaixo.

Reforçarmos a nossa reivindicação desde o início da campanha dos combustíveis: é urgente criar uma entidade reguladora do sector, para garantir a concorrência e a eficaz formação dos preços."



domingo, 24 de janeiro de 2010

“Contra a manipulação da opinião pública: O preço actual da gasolina 95 sem impostos em Portugal é 7,6% superior ao preço médio da UE27

Mais um importante estudo de Eugénio Rosa sobre o descalabro que reina no mercado dos combustíveis em Portugal do qual aqui transcrevemos o resumo. Leia o Estudo na Integra aqui.

“Contra a manipulação da opinião pública: O preço actual da gasolina 95 sem impostos em Portugal é 7,6% superior ao preço médio da UE27, e o do Gasóleo 8,6%


RESUMO DESTE ESTUDO

No fim da 1ª quinzena de Janeiro de 2010, a GALP e o Automóvel Clube de Portugal envolveram-se em polémica, tendo a GALP divulgado, através da Agencia Lusa, uma declaração em que afirmava que, em Portugal, "os preços actuais estão perfeitamente ao nível do que se verifica nos restantes países europeus ". Ora isso não é verdade como revelam os próprios dados oficiais.

Os preços dos combustíveis sem impostos revertem na totalidade para as empresas constituindo a fonte dos seus lucros. É por isso que os utilizaremos. Dados disponíveis no "site" da Direcção Geral de Energia do Ministério da Economia revelam que, em Janeiro de 2010, em 23 países dos 27 da União Europeia o preço do gasóleo sem impostos era inferior ao preço em Portugal. Em relação à gasolina 95, em 20 países dos 27 da UE27 o preço da gasolina sem impostos era também inferior ao preço em Portugal sem impostos (Quadro I). Esperemos agora que a Agência Lusa, que foi tão solícita e pronta em divulgar a declaração da GALP, faça o mesmo repondo a verdade em nome de uma informação mais objectiva. Se recusar estará conscientemente a participar na campanha de manipulação da opinião pública.

Mas o comportamento da GALP ainda se torna mais claro quando comparamos os preços em Portugal com os preços médios da UE27. De acordo com os dados da Direcção Geral de Energia do Ministério da Economia, entre Janeiro de 2009 e Janeiro de 2010, o preço do gasóleo sem impostos em Portugal aumentou 19,8%, enquanto o preço médio do gasóleo, também sem impostos, da União Europeia subiu 12,8%, ou seja, o aumento em Portugal foi superior em 7 pontos percentuais à subida verificada na UE27. Em relação à gasolina 95 a disparidade é ainda maior. Segundo também o Ministério da Economia, em Portugal o preço da gasolina 95 sem impostos subiu, entre Janeiro de 2009 e Janeiro de 2010, em 57,5%, enquanto o preço médio da gasolina 95 na União Europeia, também sem impostos, aumentou, no mesmo período, 45,6%, portanto a subida em Portugal foi superior em 11,9 pontos percentuais à verificada na UE27. E a desculpa normalmente apresentada pelas petrolíferas do preço do petróleo não é aceitável porque os outros países europeus também adquirem o petróleo no mercado internacional, como a GALP.

Como consequência daqueles aumentos, em Janeiro de 2010, segundo a Direcção Geral de Energia do Ministério da Economia, o preço do gasóleo sem impostos em Portugal é superior ao preço médio da União Europeia em 8,6%, quando em Janeiro de 2009 era de 2,2%. Em relação à gasolina 95, em Janeiro de 2010, o preço em Portugal sem impostos é superior ao preço médio da União Europeia em 7,6%, quando em Janeiro de 2009 era inferior em -0,5%. Em euros, em Janeiro de 2010, por um litro de gasóleo sem impostos as empresas em Portugal cobram 0,521 euros por litro, enquanto o preço médio cobrado na UE27 é de 0,479 euros por litro. E em relação à gasolina 95 o preço, sem impostos, cobrado pelas empresas em Portugal é de 0,502 euros por litro, enquanto na UE27 cobram 0,467 euros por litro. Se esta diferença se mantiver durante todo o ano de 2010 os portugueses pagarão mais 267,543 milhões de euros do que pagariam se o preço do gasóleo e da gasolina 95, sem impostos, fosse igual ao preço médio da União Europeia (quadro II). Mas para além da gasolina 95 e o gasóleo, existem mais combustíveis vendidos pelas mesmas empresas em Portugal, por isso o lucro desta situação para elas será certamente maior.

É evidente que as empresas estão a aproveitar a falta de controlo que se verifica actualmente no mercado de combustíveis em Portugal para impor aos portugueses preços superiores aos preços médios da União Europeia. E isto numa situação de crescentes dificuldades para as empresas, nomeadamente PME, e para as famílias. Tudo isto é uma consequência da Autoridade da Concorrência, que é responsável pelo funcionamento do mercado, estar totalmente refém das grandes empresas, e nada fazer. O mesmo acontece com o Ministério da Economia que permanece mudo e calado como não tivesse nada a ver com a situação. Perante esta situação escandalosa, a questão que colocamos, e que deixamos para reflexão dos leitores, e para que manifestem a sua opinião, é a seguinte: Porque razão o governo não impõe, pelo menos, que os preços dos combustíveis em Portugal sem impostos não possam ser superiores aos preços médios da União Europeia, quando o salário médio dos portugueses é cerca de metade do salário médio da UE? (segundo o Eurostat , a média é 7€/hora em Portugal, e 13,38€/hora na UE27).”

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

PCP questiona preços dos combustíveis

Retirado do Site do Partido Comunista Português.

"Os deputados do PCP apresentaram, esta semana, duas propostas no Parlamento Europeu. Uma sobre a transparência na formação dos preços dos combustíveis líquidos e outra, a propósito da destruição na região Oeste, sobre os apoios às populações atingidas por catástrofes naturais.

PCP questiona preços dos combustíveis e reclama revisão do Fundo de Solidariedade da UE

Esta semana destacamos duas importantes iniciativas dos deputados do PCP ao PE, Ilda Figueiredo e João Ferreira, sobre a formação dos preços dos combustíveis líquidos e sobre a salvaguarda dos direitos das populações afectadas por catástrofes naturais.

Em relação à primeira, os deputados dos PCP no PE consideram que num momento em que aumentam, novamente, os preços dos combustíveis líquidos com repercussões graves na economia e nas condições de vida das populações, é fundamental garantir que haja transparência na formação dos seus preços.

Actualmente, são utilizados referenciais internacionais específicos para cada produto (Platts) e não os preços internacionais do petróleo bruto de Londres (crude do tipo Brent), sendo que no caso de todo o Norte da Europa e incluindo Portugal, o Norte de Espanha e França, o preço internacional de referência é o Platts New, também conhecido por Platts de Roterdão.

Consideram, por isso, ser necessário alterar esta situação e valorizar a transparência na formação dos preços dos combustíveis líquidos.

O segundo destaque surge, no seguimento dos problemas causados pelos recentes temporais em várias regiões do país e da visita realizada pelo PCP à região Oeste, os deputados do PCP ao PE entregaram no Parlamento Europeu uma proposta que visa a revisão do Fundo de Solidariedade da União Europeia.

Concretamente, solicitam à Comissão Europeia que apresente uma proposta de revisão do regulamento deste fundo que, entre outros aspectos, assegure:

- a diminuição significativa do limiar do valor dos prejuízos a partir do qual o fundo pode ser activado,
- a manutenção da elegibilidade das catástrofes de índole regional,
- o reconhecimento da especificidade das catástrofes naturais de índole mediterrânica,
- a possibilidade de apoio ao restabelecimento da actividade produtiva nas zonas afectadas,
- e que aumente os níveis de assistência financeira deste Fundo para os países da "coesão" e para as regiões de "convergência", bem como uma mais rápida disponibilização dos meios financeiros aos Estados-Membros afectados;

Os deputados do PCP ao PE, conforme o compromisso assumido, questionaram igualmente a Comissão Europeia sobre quais os apoios comunitários que poderão ser mobilizados para fazer face aos prejuízos causados pelo mau tempo e sobre a possível criação de um seguro público agrícola, financiado pelo orçamento comunitário, que proteja os agricultores da UE face às catástrofes naturais."

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Acabem com o Gamanço Cria Causa no Facebook

Para alargar a luta contra a vergonha do mercado de combustíveis em Portugal foi criada uma “causa” no Facebook .

Assim pretendemos que mais gente torne público o seu descontentamento e a sua revolta contra o descalabro que atingiu o preço dos combustíveis!

Junta-te a nós!

Acabem com o Gamanço!

http://apps.facebook.com/causes/354488/61488986?m=cc366e79

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

A Gasolina em portugal subiu 6 Cêntimos em 7 dias!



É mais uma notícia que põe a nu a vergonha no mercado dos combustíveis em Portugal.
Numa altura de férias em que naturalmente os portugueses utilizam mais o carro e fazem deslocações maiores, consumindo por isso mais produtos petrolíferos, as petroliferas aproveitam-se disso para reequilibrarem os lucros escandalosos que obtêm as nossas custas!
Acorda Autoridade da Concorrência!

Acabem com o Gamanço!

segunda-feira, 27 de julho de 2009

A Galp Voltou hoje a aumentar o Preço dos Combustíveis!

A Galp voltou hoje à meia-noite a aumentar os preços dos combustíveis. A gasolina subiu 1 cêntimo para 1,289€ por litro, e o gasóleo custa mais 2 cêntimos por litro passando para 1,039€ por litro. O preço do petróleo nos mercados internacionais começou a subir semana e meia depois de ter descido durante duas semanas e meia. As descidas nos preços da Galp foram lentas e poucas em número e em valor. Assim que o petróleo sobe é a conversa de sempre. O consumidor é que paga e logo!

Depois não me venham dizer que a Galp tem perdido dinheiro com o timelang! Tem, pelo contrario, ganho dinheiro e muito! Dinheiro esse que é extorquido a todos nós!
Acabem com o Gamanço!

sábado, 25 de julho de 2009

DECO alerta para fraca concorrência nos combustíveis

Do site do Diário Económico, por Pedro Duarte.

"A DECO chama a atenção para o facto das diferenças entre os preços praticados nos postos de abastecimento das petrolíferas serem mínimas, reduzindo as escolhas dos condutores.

A Associação de Defesa dos Consumidores (DECO) controlou 18 painéis indicativos dos preços dos combustíveis em duas vias nacionais (a A1 e a A8) para verificar o seu funcionamento em relação aos preços da gasolina 95 e do gasóleo, ao mesmo tempo que comparavam a informação com a do site da Direcção-Geral de Energia e Geologia.

Assim, na A1 a DECO notou que, em 4 dos 12 painéis existentes, “faltava informação sobre um dos postos” de gasolina, sendoesta uma falha “a corrigir”.

Já a diferença do custo entre as diferentes petrolíferas “era mínima ou inexistente”, nota a DECO, precisando que na A1 “olitro de gasóleo na BP e Repsol custava 0,998 euros, contra 0,999 euros na Galp. Já o litro da gasolina 95 custava 1,298 euros na BP e 1,299 euros na Galp e Repsol. Quem abastecesse 50 litros pouparia apenas 5 cêntimos ao optar pelo preço mais baixo”, sublinha.

Já na A8, dois dos seis painéis existentes não funcionavam completamente, estando os painéis de pré-sinalização tapados e com o aviso “brevemente informação sobre preços”.

Em relação aos preços praticados na A8, tanto a Galp como a BP e a Repsol praticavam os mesmos preços que na A1, com uma diferença máxima de 0,001 euros por litro. Já na Cepsa havia alguma poupança, mas “pouco significativa”, nota a DECO.

“Na gasolina 95, podia ir até 0,01 euros por litro: entre 1,289 euros da Cepsa, na área de serviço de Óbidos, e 1,299 euros da Galp e Repsol, em Torres Vedras e Loures. Quem abastecesse o depósito com 50 litros na Cepsa poupava 50 cêntimos”, precisa a associação.

Já a informação no sítio da Direcção-Geral de Energia e Geologia encontrava-se desactualizada para os postos da BP, em ambos os sentidos, na área da Nazaré, com data de 18 de Abril. Na gasolina 95, o sítio indicava 1,229 euros por litro, quando o preço correcto era 1,298 euros. No gasóleo, figurava 0,999 euros contra 0,998 euros nos painéis. A falha é da BP, responsável por actualizar os preços.

“Até 9 de Junho, a situação mantinha-se”, lamenta a DECO.

Fraca concorrência

No mesmo dia, precisa a DECO, a associação comparou os preços da gasolina 95 e do gasóleo nos 116 postos presentes no site da Direcção-Geral de Energia e Geologia.

“Na Galp, Cepsa e Repsol não havia diferenças, independentemente do posto ou via. Só a BP variava o preço conforme a auto-estrada e, na A25, entre postos. A5, A7, A9, A11, A12, A13, A15, A17 e A21 sem diferenças no preço da gasolina 95 e gasóleo. Na A4, apenas registámos variação para o gasóleo e, na A29, para a gasolina 95. Nas restantes, a poupança era mínima: 0,50 euros se abastecesse 50 litros de gasolina 95 (A2, A3, A6, A8, A22, A23 e A28) ou apenas 0,05 euros (A1). Para a mesma quantidade de gasóleo, a poupança máxima oscilava entre 5 e 20 cêntimos”, nota a DECO.

Para a associação, este cenário “confirma as ineficiências no sector, agravadas nas auto-estradas, onde a concorrência não tem expressão real sobre o preço. A diferença entre postos é mínima ou inexistente. Fica mesmo mais barato fora das auto-estradas: na semana de 25 de Maio a 1 de Junho, o preço médio da gasolina 95 no País rondava 1,263 euros por litro e, o do gasóleo, 0,965 euros. Quando possível, ateste o depósito antes de entrar”.


Regulação e Nacionalização JÁ!

Acabem com o Gamanço!