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terça-feira, 30 de março de 2010

Galp não quer pagar 43 Milhões de Euros de Impostos às Finanças

Do site do Jornal de Negócios, por Miguel Prado.


"Galp contesta nas Finanças cobrança de 43 milhões em impostos

As reclamações da Galp Energia junto das Finanças por liquidações adicionais de impostos dispararam no ano passado, com o valor alvo de disputa a somar cerca de 43 milhões de euros. Uma verba que diz respeito a correcções e liquidações adicionais sobre os exercícios de 1998, 1999, 2001 e 2005, que a Galp considera não ter de pagar.

Há um ano, as reclamações deste género da petrolífera rondavam 14,6 milhões de euros. No final de 2008, a Galp Energia mantinha em aberto a impugnação sobre a cobrança, pelas autoridades fiscais, de 3,8 milhões de euros relativos ao imposto sobre o rendimento colectivo (IRC) de 1998 e 1999. E tinha ainda uma impugnação idêntica referente ao exercício de 2001 no valor de 10,8 milhões de euros.

Estas contestações continuam a fazer parte do relatório e contas de 2009, com os mesmos valores."

terça-feira, 17 de novembro de 2009

EDP e Galp vão ser também inspeccionadas pelas Finanças

Do Site do Jornal de Negócios, por Elisabete de Sá e Celso Filipe

Oferecemo-nos desde já para testemunhar em qualquer instância judicial contra estas duas empresas. Que haja alguém a denunciar o assalto que ambas praticam todo o santo dia contra os portugueses consumidores de energia! Alguém tem de denunciar e condenar a sua conduta criminosa!

"As investigação da Inspecção Geral das Finanças (IGF) às empresas que surgem mencionadas no processo "Face Oculta" vão abranger também a EDP e a Galp.

"Todas as empresas públicas e participadas que foram publicamente mencionadas estão a ser objecto de acção inspectiva da IGF", sublinhou ao Negócios fonte oficial do Ministério das Finanças. A EDP e Galp - participadas pela Parpública em 20,49% e 7% , respectivamente - incluem-se nesta lista, confirma o Ministério das Finanças.

A Galp não comenta e não foi possível obter uma reacção da EDP até ao fecho desta edição. O Ministério das Finanças também não detalha se estas empresas foram já alvo da actividade da IGF.

As duas cotadas surgem no processo "Face Oculta" na medida em que quadros seus foram constituídos como arguidos. Domingos Paiva Nunes, administrador da EDP Imobiliária, é suspeito de ter disponibilizado facilidades às empresas de Manuel Godinho em concursos lançados pela EDP."